Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 6

Para entender sobre o projeto leia a primeira postagem sobre ele.

Quarto post sobre o mini-projeto, fim da terceira iteração. Para ler a etapa anterior: Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 4

Aqui a segunda parte do quarto passo do método snowflake. Em uma rápida retrospectiva, esse passo basicamente se resume a expandir o parágrafo feito na segunda etapa em mais ou menos quatro parágrafos, tentando tomar no máximo uma página. No post anterior, havia os dois primeiros parágrafos, neste, os dois últimos.

Iteração 4 – Parte 2

Ao chegar na planície, primeiro Revan fica maravilhado com aquela extensão, aturdido, por alguns instantes acha que está fora do Castelo, no entanto, logo percebe a presença do Castelo a seu redor. Apesar de estar numa planície, pode encontrar corredores pedregosos no meio do nada, salões vazios, pilares que nada sustentam. Ele imagina que ali podem estar testes do Castelo. Conforme vai andando, ele percebe que as coisas parecem um pouco vivas, paredes mudam de coloração, ou ruem desmoronam com a sua passagem, arcos e pedras de construção aparecem onde não haviam. Até que, aos poucos, começa a precisar enfrentar criaturas de pedra polida, golens enviados e comandados pelo Castelo. No fim de todo seu trajeto, avista a Torre ao longe, após um rio, e para atravessá-lo precisa enfrentar seu antigo colega Jequiá, agora um agente do castelo. Quando derrota Jequiá, ele se transforma em pedra, aprisionando sua espada, além de lhe causar um ferimento fatal.

Sem arma, Revan chega à Torre e abre seus portões com a chave que roubou quando ainda estava na Encruzilhada. O Castelo não tem mais guardiões ou defesas além de sua própria força de vontade, mais forte no lugar. Enquanto sobe, correntes tentam prendê-lo, degraus se esfarelam sob seus pés, espinhos surgem para feri-lo, mas, consciente de que o golpe de Jequiá fora fatal, o herói não desiste. Por fim, ele chega até o terraço da Torre e vê um verdadeiro horizonte se desvelar diante de seus olhos. Descobre que ainda há esperança, que ainda existe um mundo lá fora. Esperança para os outros, mas não para ele. Suas forças já se esvaem, Revan sente o fim se aproximar, então deixa-se cair das ameias, em direção a um solo fora do Castelo.

Aqui termina a quarta etapa do Snowflake. Foi legal porque criei um monte de coisa enquanto escrevia e decidi mudar algumas coisas de pontos que eu havia imaginado. Ainda estou em dúvida sobre algumas coisas, mas é importante ter noção de que NADA no snowflake é definitivo. Tá aí para ser alterado e para auxilar.

Como esses processos são de um conto que eu estou fazendo, fica bem mais “claro” a forma final que sairá disso (pelo menos para mim), quando fiz o mesmo com o romance que estou escrevendo agora, ainda teve muito a ser mudado e tudo parecia muito mais aberto.

Renan Barcellos, que não bebia nada há algum tempo

e que WAKE  UP GRAHOPSDASJDKLAJDAS  MAKE UP!

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4 comentários sobre “Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 6

  1. Ruim ou ruem? Não existe nenhum dos dois, mas creio que devia dar um jeito no verbo ruir Foquinha no seu parágrafo.
    :< ainda triste por que o carinha morre. Adorei o nome da música no final :B

  2. Futuquei o ruim, que se existisse seria ruem, mas que não há. Troquei por desmoronam, que é sinônimo.
    Gosto dessa jornada dele. Acho legal a coisa de ele conseguir morrer fora do Castelo…

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