Zerando Minha Steam Semana 17 – Avernum

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Antes de começar a jogar Avernum eu estava com bastante medo. Me perguntava porque diabos eu tinha comprado ele, não parecia ser realmente bom. Eu tinha a impressão de que ele seria um tédio completo e, sendo um jogo de RPG pra PC nos moldes de Baldur’s Gate, prometia inúmeras horas de tédio completo.

Felizmente, não é um jogo chato. Para falar a verdade, é bastante divertido.

Avernum segue o estilo um estilo de RPG completamente Oldschool. Gráficos econômicos, jogabilidade simples, um grupo com habilidades diferentes e um mundo repleto de dungeons para explorar. A câmera, claro, é isométrica e as animações são mais simples até mesmo do que jogos de dez anos atrás. Particularmente, é um tipo de jogo que eu gosto, mas eu nunca havia jogado um que não fosse conceituado e “histórico”.

No entanto, mesmo indie, talvez até justamente por isso, Avernum consegue entregar um material agradável e divertido.

O início do jogo é no estilo Eye of the Beholder ou Ice Wind Dale. Você cria um grupo completo de personagens para iniciar a jornada. Existe uma lista de classes, mas não tem realmente muita diferença entre elas. Comecei com um Guerreiro, uma Rebelde, um Shaman e uma Feiticeira. O Guerreiro bate, a Rebelde bate de novo, o Shaman bate e também cura e a feiticeira taca magias. Nos padrões D&D, um grupo equilibrado.

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O jogo começa com os personagens se dando mal. Acontece que o mundo inteiro é dominado por um império maligno e ditatorial (redundância, né?) e que resolveu fazer da vastíssima rede de cavernas abaixo da superfície a sua prisão. Quem contraria de alguma forma o status quo, ou apenas irrita algum oficial, é exilado e enviado para Avernum através, onde uma grande sociedade já se formou, com direito até a ter um Rei e, claro, conflitos com as criaturas que vivem na região.

A história é bem aberta. Depois de uma dungeon, os personagens saem em uma cidadezinha que foi criada para receber os recém-chegados e inteirá-los na nova vida. A partir daí, é basicamente decisão do jogador para onde seguir. Ainda não apareceu nenhuma espécie de “main quest”, embora ir indo de cidade em cidade e conversando com os prefeitos seja uma boa forma de seguir o jogo. Tem dois objetivos que parecem ser mais ou menos importantes, que é conseguir acesso ao castelo do Rei ou ir na Torre da Magia, mas acabei não fazendo nada disso ainda, só saí por aí fazendo side-quests e metendo porrada em vários inimigos.

Minhas maiores críticas até o momento é que o sistema de combate é simples até demais. Acho melhor do que o de Baldur’s Gate porque é em turnos (desculpa, mas não consigo compreender porque Baldur’s Gate não foi feito em turnos, mais ou menos como Fallout 1…), mas o conjunto de regras parece muito minimalista para mim. Isso dá para desconsiderar, contudo.

O que eu acho que foi o grande pecado do jogo é que… NÃO TEM ARMADILHAS. Acho absurdo um jogo do gênero não ter armadilhas. Principalmente esse sendo um “remake” recente de um jogo bem mais antigo. Isso poderia ter sido implementado…

Renan Barcellos, que desta vez estava bebendo suco 

aqui e agora

(e que se deu conta que sem o grooveshark perdeu os links de música tudo D:

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2 comentários sobre “Zerando Minha Steam Semana 17 – Avernum

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