Zerando Minha Steam Semana 18 – Avernum

AvernumDesktop

Continuei a jogatina de Avernum muito tranquilamente. Acho que dos jogos que joguei até agora, ele foi o que eu mais gostei. Em geral, eu só conseguia jogar uma hora dos últimos jogos antes de ter vontade de ir fazer outra coisa (pois é, devo estar ficando velho), mas com Avernum isso não aconteceu. Eu joguei mais de duas horas de vez sem problema nenhum e só parei por que eu tinha que sair de casa.

Acontece que, mesmo sem ter uma história muito sólida a qual se seguir, o jogo é viciante. A exploração é viciante. Eu ficava andando de um lado para o outro do mapa “mundi” de Avernum tentando descobrir algum segredo, encontrar algum item novo ou uma quest secreta. Enqunato isso, eu ia fazendo as sub-quests que tinha pego com os npcs na cidade. Geralmente coisa como matar os slyths ou nephilim que tem atacado e feito acampamentos perto das cidades avernitas.

No entanto, é possível vislumbrar uma main quest. O prefeito de cada cidade acaba me dando missões e quando termino ela, me envia para outras cidades também com problemas. O Crown Token, objeto que permite que entrem no castelo do Rei, é sempre mencionado, e cada prefeito possui um que pode ceder para quem tenha lhe feito um grande favor. No momento, meu grupo se dirige à Formello, onde supostamente o prefeito ainda possui um dos tokens. Contudo, é possível que exista outro tipo de missão principal. Um npc com quem conversei perguntou-me se eu gostaria de me vingar do império, respondendo que sim, ele me indicou o taverneiro de uma cidade, onde eu deveria conversar sobre o assunto. Imagino que sejam já os indícios de diferentes finais para o jogo.

Ainda me incomoda um pouco os protagonistas sem emoção ou personalidade. Eu gosto de jogos onde o personagem principal tem alguma coisa já estabelecida. Mas entendo quando deixam a criação dele completamente livre e o jogador desenvolve-lhe a personalidade. Contudo, em Avernum até os coadjuvantes que participam do grupo são desprovidos de personalidade. Não é como, por exemplo, Mass Effect, Baldur’s Gate ou Dragon Age, em que os amigos do protagonista são personagens vivos e cheios de história.

Ainda assim, o jogo é massa e estou me divertindo bastante jogando. Assim que puder, vou tentar voltar para a superfície e chutar a bunda do império.

Renan Barcellos, que bebia água 

e que ouvia uma história sobre Manhattan (que não tinha versão de estúdio no youtube)

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