Saldo de Junho, Julho e Agosto

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Pois é, depois de muito tempo, resolvo voltar a postar aqui. Meio sem vergonha de minha parte, não? Voltar do nada e simplesmente dizer o que fiz nos últimos meses.

Enfim, minha ausência prolongada e um único post para falar sobre três meses meio que já servem de adiantamento para a ideia de que meus planos e minha produção não foi como eu desejava. Em maio eu tive problema no computador e fiquei sem ele por quase um mês.  Depois de trocar duas peças particularmente caras, uma terceira peça quebrou e foi um tanto quanto chato para repor ela. E sem placa mãe computadores não têm o hábito de funcionar.

Sem computador, eu poderia ler mais, escrever mais em caderno, fazer mais anotações e me livrar das distrações triviais da vida moderna e da internet. Eu até tentei fazer isso, juro. Mas eu sou uma pessoa meio ansiosa, e a possibilidade do computador ter sido concertado no dia seguinte me deixava inquieto e sem conseguir fazer praticamente nada.

Bom, eu até li uns livro em junho, mas foi bem pouco. E olha que a faculdade estava de greve e minhas manhãs ociosas. O computador foi eventualmente consertado. Perdi uma semana formatando e reinstalando tinha que tinha para reinstalar. E aí bateu aquela falta de uma rotina definida. Eu tentava fazer as coisas, até fazia um pouco, mas acabei não conseguindo criar um ritmo muito bom. Basicamente, toda a estruturação e planejamento que eu tinha pensado antes foram completamente pro lixo.

Mas nem tudo foi ruim, consegui alguns progressos, ainda que bem abaixo do que eu pretendia. Cheguei á metade de um conto que eu havia começado no ano passado (é mais longo do que imaginei) e creio que irei terminá-lo eventualmente. Já deveria ter terminado, mas acabei me embrenhando em outras atividades que me tomaram tempo. Além disso, esse conto, que chamo de “O Conto do Soldado Morto”, embora tenha um nome oficial o qual não consigo me lembrar agora, tem um problema que me impede de avançar. Não se trata de writer’s block nem nada do tipo. É que o tema dele, os efeitos e desgraças da guerra, é um tema que não sei se tenho competência para escrever como deveria ser escrito.

Isso não quer dizer que eu não vá terminar de escrever, mas que as vezes tenho duvidas se deveria continuar, o que acaba me atrasando um pouco. Eu continuo com ele não por achar que o que irei escrever sobre guerra e seus efeitos em quem participou dela será algo bem feito (mesmo que eu tenha lido algumas obras importantes que contém esse viés), mas porque algumas ideias que tem no conto são muito boas para deixar de lado. Então, mesmo pretensioso pra caralho, irei continuar com ele.

Uma coisa que atrapalhou meu tempo de escrita, foi ter me metido num projeto de tradução de um livro de RPG. Não é uma coisa ruim, já que eu pretendia tentar entrar nesse tipo de coisa, mas o projeto acabou tomando muito tempo meu. Muito tempo mesmo. Desde que acabei tomando a frente do projeto, parei de escrever para me dedicar a ele. É algo temporário, deve acabar em uns quinze dias. Não me condeno por isso, é uma experiência interessante, as vezes estressante, mas que vale o sacrifício das minhas horas de escrita.

Eu estou voltando a ler. Terminei O Poder da Espada (até resenhei ele!), Era das Revoluções e estou lendo meu segundo livro de Milan Kundera (cortesia de Rebeca =D), além de Confissões de um Jovem Escritor, do Umberto Eco. A Insustentável Leveza do Ser é um livro muito bom, bem melhor do que A Identidade, que li primeiro, e estou realmente gostando da obra.  Não vou resenhar esse, contudo. Acho acima de minhas capacidades atuais.

Eu acabei perdendo o ritmo do Zerando Minha Steam e ainda não voltei com ele. O lance todo com o pc foi o catalisador, claro. O que não significa que abandonei o projeto ou que vou parar com ele. Mas eu tenho jogado sim, zerei Dark Souls 1 e quase zerei o 2. To bem no finzinho mesmo. O Zerando MInha Steam deve voltar só quando eu terminar Metal Gear V que sai no dia primeiro.

No momento estou sem uma rotina definida. Chega no dia e decido o que irei fazer, tendo apenas uma ideia em geral de como serão as coisas. Uma coisa que tem me ajudado é que transportei o meu kanban (post-its com atividades e metas e etc) da parede em cima da minha cama para a parede do lado de onde sento no pc. Não sei porque não fiz isso antes. É muito melhor, to toda hora olhando para ele e lembrando das coisas que tenho que fazer. É particularmente bom para atividades curtas que eu acabo esquecendo e ajuda com as atividades mais longas  por ficar praticamente me espetando com um tridente pontiagudo e mandando eu ir trabalhar.

Renan Barcellos, que tava sem nada pra beber

e que devido ao sono não tinha nada na mente nã

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