Uma breve história da magia moderna de Darai.

Diferente da maioria dos cenários de fantasia onde a magia é um fato presente no mundo, em Cmyvllaeth ela não foi descoberta a eras atrás, possuindo um passado conturbado, e tampouco foi dádiva dos deuses para a humanidade. Pelo menos, se esse foi o caso, se alguma força divina trouxe a magia para os mortais, ela teria uma grande dificuldade em convencer os cientistas, estudiosos e magos de que essa é a realidade.

Um dia a magia foi algo grandioso, onde magos se agrupavam em grandes escolas e universidades, passando adiante o conhecimento do arcano que iria transcender as gerações. Magia era simples, dependia apenas do da força de vontade e da habilidade em manipular a energia do próprio mundo. Mas a civilização dos construtores a muito desapareceu, mas seu legado seria descoberto e a pratica da magia voltaria ao mundo.

Livre de tabus acerca explorações aos resquícios de uma poderosa nação, após anos de pesquisa feita por entusiastas acabou encontrando o primeiro livro em bom estado de conservação e este único livro, depois de feita sua tradução, acabou alvoroçando toda a comunidade científica daquele reino.

Um mago Meahdirr talvez fosse bem próximo disto. (E juro que não procurei por imagem de Raistlin, foi o primeiro mago que apareceu quando pesquisei Mage)

Continuar lendo

Anúncios

O Argumento, Ou a Pedra Fundamental de Cmyvllaeth

Ao longo do processo de desenvolver o projeto SteamlessPunkless, ou seja, o mundo de Cmyvllaeth, surgiram algumas ideias principais que foram como guias, algo como as pedras fundamentais que sustentaram o processo de desenvolvimento deste cenário. Penso nesses pontos como aquilo que diferencia este mundo fantástico e que, quando apresentados, podem mostrar uma primeira visão de como funciona. Seria como o argumento por trás da criação, o primeiro escopo do cenário.

Neste post vou tentar falar um pouco destes temas que, à primeira vista, ou tem uma maior importância, ou um maior diferencial dentro de Cmyvllaeth.

O primeiro de tudo e mais importante é algo que já foi citado: Cmyvllaeth não é um mundo medieval.

Muitos séculos se passaram desde a “era das trevas” desse mundo, onde as grandes civilizações eram povoadas por camponeses ignorantes que aravam sua própria terra, praticavam escambo para conseguir o que eles próprios não produziam e tinham que pagar dízimo aos seus reis, que eram o poder único e absoluto. Nos tempos atuais (369 depois do grande êxodo, segundo Darai), as nações do continente de Rehki (agora chamada de Rehquia) possuem bancos, papel moeda, uma sociedade que preza a produção artística, método científico e apenas Riddahri ainda é governada por um poder absoluto.

Existem lugares onde ainda reina a selvageria e a ignorância, na própria Rehquia ainda existem povos que vivem como bárbaros em comunidades em regiões montanhosas e frias. Outros continentes também abrigam culturas menos avançadas ou simplesmente exóticas. Para todos os efeitos, Rehki é como se fosse o equivalente à Europa de Cmyvllaeth, um lugar onde o cidadão de respeito precisa estar com seu chapéu e os cavalheiros mais ricos passeiam em charretes usando terno, na maioria das vezes gravata, bengala e uma cartola ou chapéu coco, de momento em momento checando a hora nos seus insanamente caros relógios de bolso.

Alguém muito rico em Tirasli ou Darai se vestiria neste estilo.

Continuar lendo