Zerando Minha Steam Semana 20– Avernum

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Depois de 23 horas de jogo, eu creio que estou começando a enjoar um pouco do jogo. A falta de uma história bem montada e personagens carismáticos começa a fazer falta. A despeito disso, estou jogando mais do que antes e volta e meia tiro uma meia hora ou uma hora quando eu não deveria para poder jogar um pouco de Avernum. Creio que isso indica que o jogo é particularmente viciante.

Nessa semana de jogo eu completei as missões ao nordeste de Avernum. Eu não precisava realmente fazer isso, mas acontece que a parte que mais pretendo no jogo é sair andando aleatoriamente pelo “mapa mundi” da imensa rede de cavernas até achar alguma coisa que seja interessante. E achando uma caverna cheio de inimigos, é quase impossível resistir a vontade de entrar lá e ver o que tem no final. Eu fui em duas dessas cavernas no norte, encontrei uma cheia de aranhas bem fortinhas (tinha até uma espécie que soltava magia, as Araneas) e também uma caverna com aranhas hiperativas, falantes e amigáveis. Ah, o nome de todas elas era “Aranha”.

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Zerando Minha Steam Semana 19 – Avernum

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Uma coisa que tem me incomodado um pouco em Avernum é que, apesar de se poder conversar com Npcs e escolher entre algumas opções de diálogos, até agora não apareceu nenhuma situação em que eu pudesse escolher algo. Sabe, nada no estilo matar ou não matar, falar a verdade ou mentir sobre algo, enfim, escolher qualquer caminho que seja, dentro de uma conversa com os npcs.

Apesar desse detalhe, o jogo progride. Fui até a cidade de Formello, peguei uma missão com a prefeita e fui até um castelo recheado de nephillins. Eles tinham roubado o medalhão da prefeita, e esse medalhão lhe possibilitava entrar em contato com o Rei. Eu já tinha passado pelo castelo. Quase entrei nele (na verdade, cheguei a entrar por uma porta dos fundos que encontrei), mas logo vi que alguma quest provavelmente me levaria até a ele e deixei de lado. Continuar lendo

Zerando Minha Steam Semana 17 – Avernum

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Antes de começar a jogar Avernum eu estava com bastante medo. Me perguntava porque diabos eu tinha comprado ele, não parecia ser realmente bom. Eu tinha a impressão de que ele seria um tédio completo e, sendo um jogo de RPG pra PC nos moldes de Baldur’s Gate, prometia inúmeras horas de tédio completo.

Felizmente, não é um jogo chato. Para falar a verdade, é bastante divertido.

Avernum segue o estilo um estilo de RPG completamente Oldschool. Gráficos econômicos, jogabilidade simples, um grupo com habilidades diferentes e um mundo repleto de dungeons para explorar. A câmera, claro, é isométrica e as animações são mais simples até mesmo do que jogos de dez anos atrás. Particularmente, é um tipo de jogo que eu gosto, mas eu nunca havia jogado um que não fosse conceituado e “histórico”.

No entanto, mesmo indie, talvez até justamente por isso, Avernum consegue entregar um material agradável e divertido.

O início do jogo é no estilo Eye of the Beholder ou Ice Wind Dale. Você cria um grupo completo de personagens para iniciar a jornada. Existe uma lista de classes, mas não tem realmente muita diferença entre elas. Comecei com um Guerreiro, uma Rebelde, um Shaman e uma Feiticeira. O Guerreiro bate, a Rebelde bate de novo, o Shaman bate e também cura e a feiticeira taca magias. Nos padrões D&D, um grupo equilibrado. Continuar lendo