História Não Publicada – Capítulo 7 – Parte Dois

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Um escritor à procura de uma história se vê ele mesmo em um conto de terror, ação e suspense. Sendo a sua profissão, a sua vida, a escrita, não tem muito mais o que fazer além de tentar sobreviver e tentar escrever o que lhe acontece. (esta história foi escrita sem planejamento e pelo wirte or die, o que está aqui é a primeira coisa que veio à cabeça do autor, na tentativa de emular as condições do personagem)

Na verdade a referencia é mais a um personagem meu, de um conto bem antigo, mas essa imagem vai ter que servir.

Depois de se sentir parecido com Edward Carnby, o escritor ficou vontade de catar um cigarro em algum lugar e então fumar, no sossego de suas próprias idéias. Mas isso era idiota, ele não fumava.

Foi andando pela praça, observando os canteiros, as cercas de metal, pintadas recentemente de preto. Tentou extrair dali algum significado. Mas tudo o que percebia eram suas pálpebras pesadas, seus olhos cansados lhe mostrando uma trêmula visão.

Olhou ao redor, como se tentasse entender aonde se encontrava. Mas sabia onde era, no fim das contas. Era uma cidade pequena, no interior da Bahia. Não sabia direito quantos habitantes tinha. Devia ter pesquisado isso, ou alguma coisa desse tipo. Mas a cidade não era muito menor que Feira de Santana. E fazia frio. Bastante frio. Mesmo pela manhã era comum ver algumas pessoas usando agasalho. Ele mesmo usava, um casaco marrom, cheio de bolsos, como gostava. Usava ele tambem em salvador, mesmo não sentindo tão frio quanto onde se encontrava.

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