Projeto Steamlesspunkless A – Semana 29 – Personagens, persongens

Período de 18/02/13 a 24/02/13  —–  Palavras no word: 138.310

Só pra não dizer que não tem imagem, aqui uma de o homem do castelo alto.

Essa semana passada eu voltei ao meu ritmo normal. E devo dizer que consegui cumprir todas as metas que eu tinha. Continuei com a escrita do livro, seguindo o esquema de 1000 palavras diárias escritas usando o Q10. Consegui com isso um bom avanço no capítulo 28, na verdade terminando ele.

Minha opinião sobre o capítulo 28 está um pouco dividida, a primeira cena (que toma a maior parte dele) é apenas a conversa entre dois personagens e o resultado dela. Nela acho que mostro bastante do ponto de vista de um dos personagens principais e também as motivações e personalidades de um dos meus personagens secundários preferidos até o momento. Ficou uma cena extensa, mas eu gostei bastante do resultado e também me trouxe à tona muito material interessante que eu vou tentar explorar nas exaustivas revisões que terei.

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História Não Publicada – Capítulo 7 – Parte Um

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Um escritor à procura de uma história se vê ele mesmo em um conto de terror, ação e suspense. Sendo a sua profissão, a sua vida, a escrita, não tem muito mais o que fazer além de tentar sobreviver e tentar escrever o que lhe acontece. (esta história foi escrita sem planejamento e pelo wirte or die, o que está aqui é a primeira coisa que veio à cabeça do autor, na tentativa de emular as condições do personagem)

Eu falei foi do 5, mas Alone in the Dark 4 é melhor.

 

Capítulo 7

O café já tinha esfriado, mas ainda continuava assoprando ele antes de cada uma das vezes que levava a xícara á boca. Estava com sono. Estava cansado. havia dormido por cerca de seis horas, mas não fora o suficiente para descansar. Esperava apenas que à noite estivesse acordado. Era isso que importava.

Pagou pelo café, mas continuou no casebre que fazia vezes de lanchonete. Estava numa área aberta e uma brisa refrescante vinha de onde imaginava ser o norte. Respirou fundo o ar do lugar. O ar montanhoso do lugar, pensava em dizer. Mas não sabia se aquilo era realmente um lugar montanhoso.

Rabiscou mais alguma coisa em seu caderno e deixou a caneta de lado. A xicara foi pousada na pagina em que trabalhava sem motivo aparente, um sorriso que não era tão amargo se formando com a visão daquele semi-círculo deixado pelo café que escorrera pela borda do recipiente segundos atrás. Trabalhava na história. A história que escrevia, a história que vivera.

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Projeto Steamlesspunkless A – Semana 28 – O trabalho continua, mas sem nenhuma previsão

Período de 11/02/13 a 17/02/13  —–  Palavras no word: 133.057

Na última semana eu não fiz muita coisa (nem fiz o registro da semana 27, que foi minha semana de descanso e foi basicamente assistir filme e escrever coisas aleatórias). Escrevi alguns dias, não escrevi outros, fim de semana compensei um pouco da cota de palavras que não havia alcançado em janeiro, mas não exatamente tive muito progresso.

A questão toda é que teve o carnaval, fiquei muitos dias parado em casa, e quanto mais tempo livre eu tenho, menos eu faço. É tudo uma questão de não ter uma rotina para quando eu estiver de folga, aí acabo procrastinando, divagando e fazendo menos do que faria em dias mais cheios. Foi principalmente devido a isso que acabei decidindo aproveitar as folgas para descansar e não me preocupar com metas ou progressos, escrevi só quando a preguiça deixou e pronto. Essa semana pretendo voltar ao ritmo normal.

Apesar de ter escrito menos, essa semana passada não foi vazia de avanços. Pelo contrário, tive algumas ponderações interessantes sobre o livro. Algumas meramente continuações de questões passadas, outras algumas “técnicas” que tem funcionado para mim.

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História Não Publicada – Capítulo 6 – Parte Única

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Um escritor à procura de uma história se vê ele mesmo em um conto de terror, ação e suspense. Sendo a sua profissão, a sua vida, a escrita, não tem muito mais o que fazer além de tentar sobreviver e tentar escrever o que lhe acontece. (esta história foi escrita sem planejamento e pelo wirte or die, o que está aqui é a primeira coisa que veio à cabeça do autor, na tentativa de emular as condições do personagem)

Não tem uma referencia explicita dele, mas creio que a ideia surgiu de Lovecraft.
Não tem uma referencia explicita dele, mas creio que a ideia surgiu de Lovecraft.

Capítulo 6

A luz do amanhecer banhou o chão, trazendo os primeiros raios de um novo dia àquela cidade esquecida não só por Deus, mas por todo filho da puta que já clamou um reino divino. O sol brilha para todos. Frase de algum lugar, veio à mente do escritor.

Com o inicio de um clarear, veio a salvação. Os possuídos estacaram, como robôs perdidos em meio ás ordens humanamente confusas que tinham que seguir, repetiram os movimentos que faziam, como um disco arranhado. Algo como uma peça fora do lugar.

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História Não Publicada – Capítulo 5 – Parte 2

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Eu tinha medo desse filme. Muito medo.

Na semana passada, envoltos pela escuridão e surpresos, os possuídos esqueceram interruptor por um instante. Olharam para as trevas. Não viram o escritor. Não viram Emílio. Mas sabiam de onde o caderno tinha sido disparado. Na verdade, não sabiam que porra era aquela, mas tinha vindo daquele canto da sala. Um canto ocupado por um sujeito que ainda queria chegar no fim da história.

O escritor correu abaixado, tentando não fazer barulho. Mas era difícil não fazer barulho quando se corre no escuro por um lugar desconhecido e  com armadilhas feitas especialmente para alguém tropeçar.

Três dos adversários seguiram ele, seguiram o som. O escritor rolou no chão quando caiu, sabia fazer isso.

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Projeto Steamlesspunkless A – Semana 26 – Sobre metas não alcançadas e problemas na história

Primeiro eu tenho que dizer que desta vez não consegui alcançar a meta. Pelo menos em relação ao livro. Minha meta mensal estava estabelecida como 20.000 palavras no Word por mês e desta vez eu consegui apenas 16.500. O fato me deixa um pouco chateado, afinal eu estava conseguindo manter todos os ritmos que eu havia estabelecido. Contudo, não é exatamente algo que é muito ruim, uma catástrofe ou algo parecido.

Na verdade, eu escrevi MAIS de 16.500 palavras no mês, só que 9.000 delas foram direcionadas à Última Torre. Se contar tudo, escrevi umas 25.500 palavras, o que é um valor 25% maior do que o teto que eu estava colocando, embora contemple um projeto paralelo. Certo, eu não consegui atingir o que eu queria para o livro, mas ao menos em matéria de esforço, eu continuo com o mesmo nível. Sem contar que, as metas não são algo com o qual eu deva me digladiar, mas sim me guiar. Na verdade, seria um grande problema se eu começasse a ficar muito angustiado em não cumprir a meta, pois mostraria que eu estou disposto a forçar a escrita do livro a custo da qualidade que procuro, o que, acredito, não é o caso.

Um meme triste para a meta não alcançada

Tendo dito isso, aos progressos (ou não) da semana passada:

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Projeto Steamlesspunkless A – Semana 25 – ainda escrevendo capítulo 26

O projeto “Steamlesspunkless A” é o projeto da escrita do meu primeiro romance. Leva este nome por se passar em um cenário que se inspira no espírito da Era Vitoriana sem, no entanto, possuir tecnologias a vapor, mas se encaminhando lentamente para sua revolução industrial e também problemas sociais. Nesta série de posts comento semanalmente como está sendo a escrita do livro.

Período de 14/01/13 a 20/01/13  —–  Palavras no word: 122.043

Tendo terminado o conto da Última Torre (mas ainda não a série de posts sobre o design dele, sorry), a semana passada me dediquei inteiramente o livro do projeto steamlesspunkless, pelo menos no que toca escrever no computador. Resumindo o que aconteceu, consegui muito bem cumprir a cota de escrever 1500 palavras por dia nos dias úteis da semana, provando a mim mesmo mais uma vez que posso escrever tamanha quantidade de texto no PC sem me distrair com as infinitas coisas que a internet pode mostrar.

Em relação a escrita em si, o que percebi que é, curiosamente, foi mais fácil escrever A Última Torre, mesmo sendo este conto muito mais rebuscado do que uso no livro. Não sei se isso é devido a ser uma história menor, ou os acontecimentos serem mais condensados, ou até porque uma estrutura de um romance, com inúmeras coisas para se falar, é mais cansativa, mas o fato é que percebi que escrever as coisas pro livro saía de forma um pouco mais custosa, contudo, perfeitamente possível de se escrever.

Uma imagem da Companhia Negra, de Glen Cook, só pra chamar atenção.

Primeiro eu fiquei bastante preocupado que de alguma forma estivesse forçando tudo, que de alguma forma não fosse apropriado para mim passar as coisas diretamente para o PC, em relação ao projeto Steamlesspunkless. Contudo, pude verificar que o capítulo em questão era um capítulo particularmente complicado, por ser predominantemente momentos de tensão, sem haver um combate iminente e sem haver interação entre os personagens. Basicamente, os personagens estão fugindo e andando pela cidade com medo de serem encontrados, tentando alcançar um lugar em que supostamente teriam proteção. Isso, tentando escapar da polícia, da guarda da cidade e das pessoas que estão atrás deles. É um tipo de cena que eu não havia escrito antes e que, no meu estilo meio detalhista, acabou se mostrando difícil. Um lado meu se preocupa de eu estar inventando desculpas pra só escrever no computador, mas acho que não é o caso.

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