Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 3

Para entender sobre este projeto leia a primeira postagem sobre ele.

E aqui chego ao terceiro post deste mini-projeto e inicio a terceira parte do snowflake.

No passo três, o autor do texto, que pode ser encontrado aqui, fala sobre começar a desenvolver melhor o personagem. Imagino que nesse momento alguém que esteja fazendo o design de um romance já tenha pelo menos um ou alguns personagens principais já pensados. Este é o momento em que se deve expandir os conceitos deles.

Revan nada tem a ver com meu nome, mas com esse cara, que é mais foda que Darth Vader.

Os seguintes pontos devem ser observados no terceiro passo:

  • O nome do Personagem
  • Um resumo de uma sentença sobre o histórico do personagem
  • A motivação do personagem (o que ele quer de forma abstrata?)
  • O objetivo do personagem (o que ele quer de forma concreta?)
  • Qual o conflito do personagem? (o que o impede de conseguir o que almeja?)
  • Qual a epifania do personagem (o que ele irá aprender, como ele irá mudar?)
  • Um resumo de um parágrafo sobre o histórico do personagem

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Projeto SteamlessPunkless A – Semana 16 – Fim do quarto mês de trabalho

Período de 12/11/12 a 18/11/12

Em relação ao projeto SteamlessPunkless, essa semana tudo correu bem. Talvez não exatamente bem, mas eu consegui manter-me na meta e cheguei a marca de 90.000 palavras. Acho que o maior problema foi que no meio da semana acabei sendo acometido pelo mal da preguiça e deixado pra passar depois as coisas para o PC. Acabou que sábado eu tinha ainda 5.000 palavras para passar do caderno para o Word. Podia ter feito 2.500 em cada dia, mas acabou que no domingo tive que passar 3.750.

Bom, eu consegui cumprir minha meta mensal de 20.000 palavras (na verdade perto disso, escrevi umas 100 a menos pra ficar próximo de um numero arrendondado e facilitar contagem) e sei lá quantas palavras no Word, mas ainda assim, senti que minha semana foi um pouco desperdiçada. A explicação é: O feriado.

Não que eu tenha viajado ou coisa do gênero, mas ficando em casa o dia todo, tendo mais tempo disponível, eu acabo desperdiçando esse tempo e faço MENOS do que eu faria se tivesse com um dia cheio. Acabou que não consegui me dedicar a projetos paralelos ou à escrita da resenha que eu tinha mencionado querer fazer. Acabei escrevendo 6 paginas a menos de caderno do que deveria… mas sinceramente, estou tão a frente no caderno do que no word que me deixou ter essa regalia… Ou seja, no caderno, virtualmente, escrevi bem mais de 20.000 palavras esse mês.

De qualquer forma, done is done. E a ultima semana não foi desprovida de coisas interessantes.

Porque papel velho é legal.

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História Não Publicada – Capítulo 3 – Parte 3

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo.

Roland, O Pistoleiro que busca pela Torre Negra na cidadezinha de Tull. Porque é uma uma boa ideia usar algo mencionado na parte postada como capa.

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No ultimo post eles passaram por um corredor cheio de caixas de madeira. A maioria parecia estar vazia, mas isso não era importante, de qualquer forma. Não poderiam usar para nada. No fim do caminho havia uma porta fechada, o escritor se perguntou se aquela merda estaria trancada, mas logo parou de se perguntar. É obvio que estava. A dupla pararam de correr. Os oito não-zumbis-mas-algo-mais que vinham atrás deles não.

– Você faz música, deve saber abrir essa porra.

– Que?! Isso não faz sentido.

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História Não Publicada – Capítulo 2 – Parte 1

Para entender melhor o projeto, clique aqui

Para ler o primeiro capítulo, aqui

Capítulo 2

O Escritor olhava para o cano da arma, cansado. Não parecia com medo ou mesmo assustado. Deixava os olhos pousarem no instrumento de morte com a morosidade de quem não pretende lutar contra o destino. Tinha certeza de que aquele não era o seu momento, uma história não terminava daquela forma. “Hoje não, morte”, pensava. Mas, em seu íntimo duvidava de suas ponderações. E se estivesse errado? E se não fosse o protagonista, afinal? Mirando o túnel do revolver inimigo tentava, com a visão periférica, perceber alguma coisa daquele que o rendera. Era um rapaz negro, com roupas folgadas. Não discerniu mais do que isso.

Ele parecia falar alguma coisa. Gritar. Mas, perdido em seu próprio mundo pessoal, o escritor não ouvira.

– Quem é você, caralho?! Vou ter que perguntar de novo é? – a sombra da arma aumentava a ameaça.

– Alguém que não esta querendo enfiar uma bala em sua cabeça, não é o suficiente numa noite como essa? – Perguntou com um meio sorriso.

O rapaz apertou os lábios, inquieto. Toda sua expressão corporal traduzindo medo, dúvida e confusão. Engatilharia a arma novamente, se pudesse.

– Não vai dar uma de esperto comigo, filho da puta. Fala logo quem cê é, desgraça.

Não pôde deixar de rir, o escritor. Quem ele era… Quem ele era? Um filme de comédia lhe dissera que era um tanto difícil dizer quem era. Podia dizer o que fazia e, caso isso não bastasse, goosfraba.

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