Certo, mas então, foi assim que veio o SteamlessPunkless

Olá pessoal que perseverou e voltou para o segundo post do blog. Dessa vez vou tentar explicar um pouco do por que de eu chamar o meu cenário com esse nome grande, chato e complicado: SteamlessPunkless.

É mais ou menos comum quem escreve fantasia e ficção científica – e também quem lê – se referir às obras pelo gênero e principalmente o subgênero delas (e também por classificações que não chegam a ser subgêneros). São coisas como cyberpunk, steampunk, noir, fantasia medieval, fantasia urbana, ficção especulativa, ficção política, pulp, pós-apocalíptico, new weird e outros inúmeros termos (inclusive a editora Draco parece ter por nobre missão lançar antologias voltadas para todos esses sub-temas).

Essa imagem passa bastante um clima Noir

No grupo de escrita do qual participo, o Taverna do Trapeixe, era comum nos referirmos aos nossos diferentes projetos pelo “subgênero” a que ele pertencia, uma forma de identificar o nicho e também mostrar logo uma “cara” para aquele cenário. É comum ouvir nas reuniões coisas como: “Meu cenário de fantasia medieval” ou coisas parecidas como “um steampunk pós-apocalíptico, pelo menos no início”.

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