História Não Publicada – Capítulo 8 – Parte três

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Um escritor à procura de uma história se vê ele mesmo em um conto de terror, ação e suspense. Sendo a sua profissão, a sua vida, a escrita, não tem muito mais o que fazer além de tentar sobreviver e tentar escrever o que lhe acontece. (esta história foi escrita sem planejamento e pelo write or die, o que está aqui é a primeira coisa que veio à cabeça do autor, na tentativa de emular as condições do personagem)

Foi uma das referencias dessa parte. Nada muito difícil de achar.
Foi uma das referencias dessa parte. Nada muito difícil de achar.

– Espera, cê não pode ta dizendo isso. – disse Emílio, atônito, no fim parte dois do capítulo oito –  Não pera, a gente não vai ir atrás de descobrir que porra é essa.

– Ora, claro que vamos, Músico.

– Não, não. Você vai. – apontou de novo – Você vai se você quiser. Mas eu não arredo meu pé daqui. Não mesmo. Se quiser vai para lá pro museu agora mesmo. Mas daqui a uma hora a porra da noite vai chegar e talvez essa merda toda volte a acontecer.

O escritor pegou um pedaço de papel e começou a rabiscar. Eram palavras desconexas, apenas substantivos sem qualquer ligação. Olhava para um jarro de flores. Não para Emílio. Se perguntava onde estava seu poder de persuasão agora. Passeando talvez.

– Emílio. Só aqui podemos dar um jeito nessa situação. Daqui a gente pode dar um jeito nisso tudo. Acabar com essa maldição ou seja lá o que está acontecendo.

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História Não Publicada – Capítulo 8 – Parte dois

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Um escritor à procura de uma história se vê ele mesmo em um conto de terror, ação e suspense. Sendo a sua profissão, a sua vida, a escrita, não tem muito mais o que fazer além de tentar sobreviver e tentar escrever o que lhe acontece. (esta história foi escrita sem planejamento e pelo wirte or die, o que está aqui é a primeira coisa que veio à cabeça do autor, na tentativa de emular as condições do personagem)

Miraculosamente não teve nenhuma referencia nessa parte. Então vai uma imagem de Contos do cargueiro negro, a história dentro da história de Watchmen

– Olha aqui seu filho da puta, – exclamou o Músico na semana passada – não me trate desse jeito não. Eu sou o homem da minha casa faz cinco anos, desde que meu velho morreu. Trabalho, estudo e ainda tiro uma porra de meu tempo para fazer minhas musica. – Apontava o dedo em riste, para o escritor. Tão brusco fora o gesto que seu óculos escuro caíra no chão. De alguma forma caiu.

– Ei, ei calm… – tentou amenizar a coisa, arrependido. Mas não conseguiu.

– Calma o caralho. Eu passei o dia todo depois que acordei de uma porra de uma dormida que não serviu de nada catando coisas que você mandou eu pegar, indo fazer sei lá que porra por causa de nada. Até na porra da internet pesquisar negoço estranho tive que ir. Então se for pra falar comigo de alguma coisa, fale direito e não venha com essa história de “história”. Não fale como isso fosse a porra de um livro que algum babaca estivesse escrevendo. – Parou – E aí?

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