História Não Publicada – Capítulo 4 – Parte 6

Para entender melhor este projeto (sério, é importante!).

Leia o primeiro capítulo

Uma imagem de Tolkien, pois a alternativa era uma de Yuri

 

Emílio, no entanto, não pareceu notar a falta de interesse claramente aparente. Talvez não fosse algo complicado. Cansaço, solidão e medo fazem as pessoas ouvirem o que querem… ou algo completamente oposto ao que gostariam.

No entanto, Emílio carecia de companhia. Talvez de atenção. Ou, pelo menos, era isso o que o escritor imaginou naquele momento. E anotou em seu caderno.

– Não tenho nenhuma aqui comigo, quer dizer, claro que tenho várias na cabeça. Té umas que nem mostrei pra galera… – pareceu que iria contar algo que guardara para si, mesmo diante de seus amigos, de seus círculos. Pareceu que mostraria um pedaço de sua alma. – Ah, deixa para lá… To afim de pensar em música agora não. Porra, como você pode pensar em música numa hora dessa?

– Eu sou um escritor, você um músico. Eu penso em histórias o tempo todo. O que as vezes envolve pensar em música também. Mas se você é o que diz ser. Um criador de algo, certamente algo seu atravessou sua consciência mesmo nestes momentos em que o perigo é eminente.

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Projeto Steamlesspunkless A – Semana 24 – Outro Editor de Texto

Período de 07/01/13 a 13/01/13

Palavras no word: 114.538

paginas no caderno: 343

Certo, como eu havia falado, na semana passada eu resolvi tentar uma nova abordagem. Por alguns motivos que citei, eu não iria mais escrever as coisas antes no caderno (pelo menos do livro), mas iria direto para o computador. Teoricamente nesta semana que passou eu deveria escrever pelo menos 7.500 palavras para o livro (isso de coisa aproveitável), pois assim ficaria verificado que eu consigo fazer progresso sem ser vitimado pelas distrações do computador. Acontece que para o livro eu consegui escrever apenas 4.000 palavras… E mais 4.500 para o conto da Última Torre.

Na teoria, eu não cumpri a minha meta para o livro, no entanto, somado com o que fiz para o conto (que já terminei e enviei para a antologia, só resta aguardar), pude verificar que eu consigo perfeitamente produzir a quantidade mínima que eu queria. Para falar a verdade, se eu insistisse, eu poderia ter escrito umas 15.000 palavras no total essa semana, mas considerei que era um esforço desnecessário e que iria tomar o tempo que eu estava pesquisando, lendo e fazendo anotações para outras coisas, então deixei de lado a pretensão. Eu digo que eu poderia ter conseguido essa margem porque em um desafio pessoal, na segunda feira escrevi 3.500 palavras somando livro e conto.

Kadath – a maior inspiração para A Última Torre

É justo ponderar sobre se escrever tanto de vez é realmente uma boa coisa. Afinal, pode muito bem acontecer de eu estar escrevendo tantas palavras assim e não está realmente produzindo algo com a qualidade que procuro. No entanto, creio que o conto da Última Torre foi o melhor conto que escrevi até hoje, então tiro daí a idéia de que sim, posso escrever isso tudo aí sem estar escrevendo um monte de besteira. Tudo deve depender de disciplina. Para falar a verdade, olhando o que escrevi do livro (as partes em que foi coisa nova e não simplesmente passar do caderno para o PC), eu não tenho certeza se está tão bom quanto eu gostaria, mas uma vozinha me diz que isso deve principalmente à mudança no “paradigma” da escrita e não em como realmente a coisa está. Pedirei para algum colega ler e me dar uma opinião futuramente.

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Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 4

Para entender sobre o projeto leia a primeira postagem sobre ele.

Quarto post sobre o mini-projeto, fim da terceira iteração. Para ler a etapa anterior: Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 3

Houve muitos “não se sabe”, “acreditasse” e outras incertezas. Mas acho que é interessante para ter a noção de que não se tem certeza de quase nada acerca do castelo.

O nome do personagem

O Castelo

O Castelo que devora o mundo

Aqui.

Um resumo de uma sentença sobre o histórico do personagem

Um castelo mágico ou profano que possui vontade própria e pouco a pouco se expande, absorvendo o mundo e os seres ao seu redor.

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Projeto Steamlesspunkless A – Semana 17 – Semana de descanso trabalhosa

Primeiro de tudo. Minha semana de descanso foi um fracasso. Primeiro porque eu acabei encontrando outras coisas para trabalhar, como por exemplo minha novíssima idéia para um novo projeto de fantasia dessa vez passado no Brasil império.

De uma forma ou de outra, acabei gastando a mesma quantidade de tempo com a escrita, embora tenha sido menos cansativo porque não precisei seguir nenhuma meta ou escrever cinco paginas de caderno por dia. No inicio eu fiquei um pouco receoso de que na volta ao trabalho do projeto Steamlesspunkless eu acabasse não conseguindo pegar o ritmo de novo. Mas, spoiler para o registro da semana que vem, isso acabou não acontecendo.

A semana de descanso não foi bem assim

Como eu havia falado anteriormente, essa semana também foi para tratar de re-organizar a segunda parte do livro. Nenhuma mudança na plot em si, apenas no ritmo e no clima. Eu queria dar um aumento no passing para dar o tempo da história passar a ideia de que o clímax está se aproximando. Sem essa alteração, o clímax praticamente cairia na cabeça do leitor. Creio que possa ser interessante em algumas coisas, mas não iria servir para mim.

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Projeto SteamlessPunkless A – Semana 16 – Fim do quarto mês de trabalho

Período de 12/11/12 a 18/11/12

Em relação ao projeto SteamlessPunkless, essa semana tudo correu bem. Talvez não exatamente bem, mas eu consegui manter-me na meta e cheguei a marca de 90.000 palavras. Acho que o maior problema foi que no meio da semana acabei sendo acometido pelo mal da preguiça e deixado pra passar depois as coisas para o PC. Acabou que sábado eu tinha ainda 5.000 palavras para passar do caderno para o Word. Podia ter feito 2.500 em cada dia, mas acabou que no domingo tive que passar 3.750.

Bom, eu consegui cumprir minha meta mensal de 20.000 palavras (na verdade perto disso, escrevi umas 100 a menos pra ficar próximo de um numero arrendondado e facilitar contagem) e sei lá quantas palavras no Word, mas ainda assim, senti que minha semana foi um pouco desperdiçada. A explicação é: O feriado.

Não que eu tenha viajado ou coisa do gênero, mas ficando em casa o dia todo, tendo mais tempo disponível, eu acabo desperdiçando esse tempo e faço MENOS do que eu faria se tivesse com um dia cheio. Acabou que não consegui me dedicar a projetos paralelos ou à escrita da resenha que eu tinha mencionado querer fazer. Acabei escrevendo 6 paginas a menos de caderno do que deveria… mas sinceramente, estou tão a frente no caderno do que no word que me deixou ter essa regalia… Ou seja, no caderno, virtualmente, escrevi bem mais de 20.000 palavras esse mês.

De qualquer forma, done is done. E a ultima semana não foi desprovida de coisas interessantes.

Porque papel velho é legal.

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