Projeto Steamlesspunkless A – Semana 24 – Outro Editor de Texto

Período de 07/01/13 a 13/01/13

Palavras no word: 114.538

paginas no caderno: 343

Certo, como eu havia falado, na semana passada eu resolvi tentar uma nova abordagem. Por alguns motivos que citei, eu não iria mais escrever as coisas antes no caderno (pelo menos do livro), mas iria direto para o computador. Teoricamente nesta semana que passou eu deveria escrever pelo menos 7.500 palavras para o livro (isso de coisa aproveitável), pois assim ficaria verificado que eu consigo fazer progresso sem ser vitimado pelas distrações do computador. Acontece que para o livro eu consegui escrever apenas 4.000 palavras… E mais 4.500 para o conto da Última Torre.

Na teoria, eu não cumpri a minha meta para o livro, no entanto, somado com o que fiz para o conto (que já terminei e enviei para a antologia, só resta aguardar), pude verificar que eu consigo perfeitamente produzir a quantidade mínima que eu queria. Para falar a verdade, se eu insistisse, eu poderia ter escrito umas 15.000 palavras no total essa semana, mas considerei que era um esforço desnecessário e que iria tomar o tempo que eu estava pesquisando, lendo e fazendo anotações para outras coisas, então deixei de lado a pretensão. Eu digo que eu poderia ter conseguido essa margem porque em um desafio pessoal, na segunda feira escrevi 3.500 palavras somando livro e conto.

Kadath – a maior inspiração para A Última Torre

É justo ponderar sobre se escrever tanto de vez é realmente uma boa coisa. Afinal, pode muito bem acontecer de eu estar escrevendo tantas palavras assim e não está realmente produzindo algo com a qualidade que procuro. No entanto, creio que o conto da Última Torre foi o melhor conto que escrevi até hoje, então tiro daí a idéia de que sim, posso escrever isso tudo aí sem estar escrevendo um monte de besteira. Tudo deve depender de disciplina. Para falar a verdade, olhando o que escrevi do livro (as partes em que foi coisa nova e não simplesmente passar do caderno para o PC), eu não tenho certeza se está tão bom quanto eu gostaria, mas uma vozinha me diz que isso deve principalmente à mudança no “paradigma” da escrita e não em como realmente a coisa está. Pedirei para algum colega ler e me dar uma opinião futuramente.

Continuar lendo

Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 3

Para entender sobre este projeto leia a primeira postagem sobre ele.

E aqui chego ao terceiro post deste mini-projeto e inicio a terceira parte do snowflake.

No passo três, o autor do texto, que pode ser encontrado aqui, fala sobre começar a desenvolver melhor o personagem. Imagino que nesse momento alguém que esteja fazendo o design de um romance já tenha pelo menos um ou alguns personagens principais já pensados. Este é o momento em que se deve expandir os conceitos deles.

Revan nada tem a ver com meu nome, mas com esse cara, que é mais foda que Darth Vader.

Os seguintes pontos devem ser observados no terceiro passo:

  • O nome do Personagem
  • Um resumo de uma sentença sobre o histórico do personagem
  • A motivação do personagem (o que ele quer de forma abstrata?)
  • O objetivo do personagem (o que ele quer de forma concreta?)
  • Qual o conflito do personagem? (o que o impede de conseguir o que almeja?)
  • Qual a epifania do personagem (o que ele irá aprender, como ele irá mudar?)
  • Um resumo de um parágrafo sobre o histórico do personagem

Continuar lendo

Mini-Projeto: A Última Torre – Parte 1

Aqui começa a primeira parte do Mini-Projeto A Última Torre, que é o nome provisório do conto que vou escrever (e que, na verdade, é nome do mini-conto que escrevi e no qual estou me baseando). Bom, como os posts serão diários ou na medida que eu for produzindo conteúdo relevante, tentarei fazê-los curtos. Não terão imagens. Tudo bem, podem ter imagens, mas este aqui não vai ter.

O primeiro passo do método snowflake, para o qual você pode conferir uma explicação aqui, consiste em resumir toda a história do romance – neste caso conto – em apenas uma sentença curta. Teoricamente, não se precisa saber nada de antemão, embora eu ache que isso não seja muito interessante. Segundo o autor do texto em que me baseei, esse resumo de uma sentença tem que funcionar como uma espécie de ferramenta que passe/venda a ideia da história que quer escrever em poucos segundos. Ele recomenda que tenha até quinze palavras e que não mencione nomes próprios. A questão dos nomes próprios é interessante, porque força a utilizar conceitos para os personagens.

Sem mais delongas, aqui vai.

Iteração 1

“Um Guardião desiludido busca descobrir se ainda existe algo além das muralhas do Castelo que devora o mundo”.

Ficou um pouco maior do que 15 palavras. Mas é justo, já que em português usamos mais conectivos.

Bom, a primeira etapa é só isso. O que acham, pessoal? Sugerem alguma mudança para a frase, para que ela tenha a mesma ideia, mas com menos palavras (não é algo que precisa ser feito, mas tentar talvez seja divertido)?

Renan Barcellos, que não tava bebendo nada

e lembrava dos bons tempos de Tony Hawks 2